O governo federal acaba de anunciar nesta quinta-feira (25/05) medidas que serão utilizadas para reduzir o preço dos carros populares no Brasil, conhecidos como “carros de entrada”. Os descontos vão variar de 1,5% até 10,79% sobre o valor de veículos que custam até R$ 119,999.
O valor da redução dependerá de três variáveis específicas, sendo elas:
A garantia do desconto ocorrerá através da desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do PIS/Cofins, ambos são tributos federais. A desoneração, por sua vez, será aplicada a partir de uma Medida Provisória (MP) que será editada pelo governo.
“O desconto máximo será de 10,79% e o mínimo, de 1,5%”, afirmou o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin (PSB), que apresentou a proposta. “Acima de R$ 120 mil não tem nenhuma mudança. Não vai ter desconto para carro caríssimo”.
As medidas em questão poderão fazer com que carros populares novos voltem a custar menos de R$ 60 mil. Lembrando que o preço de partida atual do carro zero está próximo aos R$ 68 mil — ou seja, mais de 50 salários mínimos de 2023 (R$ 1.320).
Conforme informado pelo vice-presidente da República e ministro de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, o abatimento no preço final poderá ser ainda maior: Isso porque o governo avalia permitir a venda direta dos carros a pessoas físicas.
Lembrando que a venda direta atualmente é exclusiva para empresas (CNPJs). A modalidade é muito utilizada por locadoras e empresas que fazem frete, tendo em vista que não incluem os custos de logística ou ainda os lucros das concessionárias.
“Hoje, o carro mais barato é quase R$ 70 mil. Queremos reduzir esse valor. Mas os outros também serão reduzidos. Quanto menor, mais acessível, maior será o desconto do IPI, PIS e Cofins. Primeiro item é social, é você atender mais essa população que está precisando mais”, declarou Alckmin.
Com relação aos valores exatos de redução ainda não foram estabelecidos pelo governo. Contudo, Alckmin afirmou que o Ministério da Fazenda definirá as porcentagens em até 15 dias. Prazo este para a Fazenda estabelecer a questão fiscal.
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